<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8477798887112618994</id><updated>2011-09-30T16:27:25.737-07:00</updated><title type='text'>Essência teatral</title><subtitle type='html'>A vida é um palco, o momento o espetáculo e você deve brilhar e encantar...o mundo te assiste enquanto isso...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://essenciateatral.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Dayana Teles</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11936002148906361981</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/Scf426BWH2I/AAAAAAAAAAM/eJBDRX-NKJ4/S220/pict4314.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>23</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8477798887112618994.post-2951528719200195600</id><published>2011-09-30T16:25:00.000-07:00</published><updated>2011-09-30T16:27:25.776-07:00</updated><title type='text'>Vermelho Carmim</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-Gf4IJds6Bc4/ToZP80St_7I/AAAAAAAAAGw/Xv-0-sNdGXI/s1600/IMG_3214.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 243px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-Gf4IJds6Bc4/ToZP80St_7I/AAAAAAAAAGw/Xv-0-sNdGXI/s320/IMG_3214.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5658297888085508018" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fruto de estudos sobre Teatro do Oprimido, o esquete traz um pouco do histórico de casos de violência contra mulher, numa performance de teatro jornal, nos mostra que vida real e ficção se perdem no tempo contando sempre a mesma história, desafiando leis e até mesmo o universo familiar. Amor, submissão, dor, um corpo, onde vamos chegar?&lt;br /&gt;Concepção Cênica:&lt;br /&gt;Baseado na linguagem do teatro do oprimido e, tendo como elemento unificador o teatro jornal, o qual há deslocamentos narrativos da ação dramática em torno de noticias de jornais referente a agressão contra a mulher. O espetáculo mostram dois atores que se desdobram para contar historias reais de mulheres que sofreram agressões de homens e paralelo uma estória de uma mulher que também viveu algo parecido.&lt;br /&gt;O cenário será composto por elementos cênicos tais como jornais jogados no chão, levando o espectador a uma atmosfera que a mídia atualmente proporcionar os leitores e até mesmo os telespectadores uma imensa quantidade de informações jornalísticas, que acabam tirando do à atenção de noticias serias e levando o foco do leitor ou telespectador para outro ponto. Além disso, a o cenário será transformado em outros ambientes, tais como; a sala de uma sala estar de uma casa, uma delegacia, uma rua com os carros parados em um semáforo. Esses efeitos serão feitos com a luz e sons. &lt;br /&gt;Outros elementos cênicos iram fazer parte dessa composição cênica, que serão a presença da cor vermelho como signo de amor, sedução, luxuria, tristeza, morte, dor e a flor que é tão linda, bela e singela, por trás dessa sutileza guarda espinhos capazes de ferir e por que não levar até mesmo a morte? Caneta e papel complementaram a composição de um ambiente hostil que é a delegacia.&lt;br /&gt;O figurino terá uma cor creme, trazendo uma neutralidade e ao mesmo tempo dando foco aos outros elementos do figurino que terão a cor vermelha, serão um chalé e gravata. &lt;br /&gt;Dessa forma, toda a concepção do espetáculo parte da intenção de gerar no espectador a necessidade de construir sentidos para as proposições lúdicas que se apresenta na construção das cenas a ser contada. A qualidade imagética do espetáculo é composta, essencialmente, pelo detalhamento minucioso dos figurinos e adereços. Neles, estarão transpostos elementos semânticos que provocam a localização e a situação das ações.&lt;br /&gt;No campo musical iremos usar a musica “As rosas não falam” interpretada por Cartola, o qual levará para um ambiente agradável e propicio para uma dança de bolero.&lt;br /&gt;O esquete Vermelho Carmim tem como principal função não levar apenas uma critica as hostilidades que as mulheres ainda hoje sofrem por seu parceiros, mais também trazer ao espectador essas histórias de forma lúdica e poética, por mais tristes que sejam.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8477798887112618994-2951528719200195600?l=essenciateatral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://essenciateatral.blogspot.com/feeds/2951528719200195600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2011/09/vermelho-carmim.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/2951528719200195600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/2951528719200195600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2011/09/vermelho-carmim.html' title='Vermelho Carmim'/><author><name>Dayana Teles</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11936002148906361981</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/Scf426BWH2I/AAAAAAAAAAM/eJBDRX-NKJ4/S220/pict4314.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Gf4IJds6Bc4/ToZP80St_7I/AAAAAAAAAGw/Xv-0-sNdGXI/s72-c/IMG_3214.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8477798887112618994.post-2020640574007396450</id><published>2011-09-30T16:22:00.000-07:00</published><updated>2011-09-30T16:23:41.437-07:00</updated><title type='text'>Ação Corporal: Matéria do Ator *

Roberto Mallet</title><content type='html'>A obra de arte é uma complexa composição de forma e matéria. A maneira mais simples de ver isto é no clássico exemplo do oleiro, que imprime a forma do vaso na argila.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matéria é tudo aquilo de que alguma coisa é feita. Um quadro de Picasso é feito, digamos, de madeira, tecido, tintas. Uma sinfonia de Beethoven é feita dos sons dos diversos instrumentos e das execuções dos músicos. Um filme de película e de luz. (1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Forma é a maneira como a matéria é organizada, sua estrutura. É uma forma o que o escultor imprime ao bronze. São formas o que Picasso inscreve com tinta em suas telas. A disposição das palavras é a forma do poema. De outro ponto de vista ela é o princípio estrutural da obra (a concepção, a idéia – eidos). A forma não é uma figura estanque; ela tem um dinamismo interno que organiza a matéria conformando assim a obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no caso do ator? O que é matéria e o que é forma na atuação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A matéria do ator é fundamentalmente seu próprio corpo. As ações que ele realiza conformam esse corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua matéria é um organismo vivo, composto por tecidos e órgãos, com um cérebro capaz de armazenar e processar um número incalculável de informações. Por não ser exterior ao ator – ao contrário, o corpo é o próprio ator –, essa materialidade está em constante interação com o psiquismo. Um movimento corporal terá ressonâncias na memória e nos sentimentos, assim como uma lembrança ou um pressentimento têm ressonâncias corpóreas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma de uma atuação é a composição das diversas ações realizadas. É a estrutura de tensões e relaxamentos musculares, o jogo de vetores e contra-vetores que o ator executa com seu corpo, e que resultam em um texto legível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos, numa outra instância, considerar todas as possibilidades de ação corporal como matéria para o ator. Essa ação, que era forma no extrato anterior, faz parte agora de um novo composto, o corpo agindo, que passa a servir de matéria para a criação poética (2). As diversas maneiras de olhar, por exemplo, apresentam-se ao ator como opções para a composição da cena. Ao realizar uma dessas possibilidades no contexto da cena, ele cria uma nova forma, agora no plano ficcional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro extrato é concreto, o segundo abstrato; as ações do ator pertencem ao primeiro, as da persona (3) ao segundo. Fazendo uma analogia com a literatura, as ações corporais correspondem às palavras, as ações ficcionais ao significado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando por exemplo um ator representa Otelo assassinando Desdêmona, o que acontece concretamente é uma série de movimentos e tensões realizados pelo corpo do ator em relação com a atriz e com a corporalidade da cena como um todo. O assassinato de Desdêmona (e todas as “realidades psíquicas” que o acompanham) se dá num plano ficcional, espectral. Ou, dito de outra maneira, o assassinato se dá concretamente na imaginação dos artistas e dos espectadores envolvidos na representação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma da obra do ator é então, do ponto de vista da encenação, a composição das ações ficcionais realizadas pela persona; do ponto de vista da atuação a composição das ações corporais realizadas pelo próprio ator ao longo da encenação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez que a atuação (como todas as artes espetaculares) só existe enquanto está sendo realizada diante de um público, a sua materialidade não se limita às ações corporais – ela inclui a própria pessoa do ator. O que o espectador vê não é apenas a persona agindo. Ele vê o ator “jogando” (realizando) essa ação dentro do contexto poético. E vê ainda a relação pessoal que o ator estabelece com a poética e com o conteúdo da obra, vê o sentido que ela faz para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A arte da representação é reveladora. Todo ação realizada em cena nos fala não apenas dela mesma; ela também nos fala do homem que realiza essa ação. O ofício do ator é, como dizia Dostoiévski do seu ofício de escritor, “mostrar o homem no homem”. Através da ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Publicado na Revista do 17º Festival Universitário de Teatro de Blumenau, 2004, págs. 47-48.  [volta]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1) Esta noção de matéria corresponde ao que Fayga Ostrower chama de materialidade: “Usamos o termo MATERIALIDADE, em vez de matéria, para abranger não somente alguma substância, e sim tudo o que está sendo formado e transformado pelo homem. Se o pedreiro trabalha com pedras, o filósofo lida com pensamentos, o matemático com conceitos, o músico com sons e formas de tempo, o psicólogo com estados afetivos, e assim por diante. Usamos o termo na qualificação corrente “natureza do que é material” (...), ampliando contudo o sentido de ‘material’.” (OSTROWER, Fayga. Criatividade e Processos de Criação. Imago Ed. Ltda., Rio de Janeiro, 1957, pág. 31-2. Os grifos estão no original.)  [volta]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(2) Portanto todo treinamento é, por um lado, desenvolvimento e aprimoramento da ação poética, e por outro criação de um repertório que servirá de matéria para a criação da cena.  [volta]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(3) Utilizo persona em vez de personagem pela associação imediata deste último termo com o gênero realista.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8477798887112618994-2020640574007396450?l=essenciateatral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://essenciateatral.blogspot.com/feeds/2020640574007396450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2011/09/acao-corporal-materia-do-ator-roberto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/2020640574007396450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/2020640574007396450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2011/09/acao-corporal-materia-do-ator-roberto.html' title='Ação Corporal: Matéria do Ator *&#xA;&#xA;Roberto Mallet'/><author><name>Dayana Teles</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11936002148906361981</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/Scf426BWH2I/AAAAAAAAAAM/eJBDRX-NKJ4/S220/pict4314.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8477798887112618994.post-5741817804411174829</id><published>2011-02-10T06:48:00.000-08:00</published><updated>2011-02-10T06:50:10.920-08:00</updated><title type='text'>Pequeno príncipe</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-aF5p0N77Yps/TVP7HDhVu8I/AAAAAAAAAGI/d2whhiDJmgI/s1600/22-10-2009-Exposi%25C3%25A7%25C3%25A3o-do-Pequeno-Pr%25C3%25ADncipe-na-Oca.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 299px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-aF5p0N77Yps/TVP7HDhVu8I/AAAAAAAAAGI/d2whhiDJmgI/s320/22-10-2009-Exposi%25C3%25A7%25C3%25A3o-do-Pequeno-Pr%25C3%25ADncipe-na-Oca.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572073262610234306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O PEQUENO PRÍNCIPE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NÃO!!! Não é um livro pra crianças! Ou melhor... não é um livro somente para crianças!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hehehe... Sempre é a mesma coisa quando me perguntam meu livro preferido! "O Pequeno Príncipe"?? Pois é... O PEQUENO PRÍNCIPE...&lt;br /&gt;Já li o livro algumas vezes e é incrível como sempre percebo algo que não havia percebido antes. Uma mensagem a ser dita por entre as linhas das páginas. Fico me perguntando se a mensagem sempre esteve lá para ser lida. É óbvio que sim, o que não estava presente era minha maturidade para entendê-la na época daquela leitura. Ou seja, O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, não é um livro para ser lido apenas uma vez. Leia-o com 10 anos, com 12, 15, 20, 25, 32, 45, 58... Leio sempre que puder. Se nao para aprender as mensagens dele, apenas para lembrá-las. Pois são muitas e muito bonitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Pequeno Príncipe também possui a mais linda dedicatória de um livro que já tive a oportunidade de ler. Diz respeito a Amizade. Segue abaixo a dedicatória transcrita integralmente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A LÉON WERTH&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peço perdão às crianças por dedicar este livro a uma pessoa grande. Tenho um bom motivo: essa pessoa grande é o melhor amigo que possuo. Entretanto, tenho um outro motivo: essa pessoa grande é capaz de compreender todas as coisas, até mesmo os livros de criança. Tenho ainda um terceiro: essa pessoa grande mora na França e ela tem fome e frio. Ela precisa de consolo. Se todos esses motivos não bastam, eu dedico então este livro à criança que essa pessoa grande já foi. Todas as pessoas grandes foram um dia crianças - mas poucas se lembram disso. Corrijo, portanto, a dedicatória:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Léon Werth&lt;br /&gt;quando ele era criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprendi muito com essas leituras e tento multiplicar o número de leitores de tão linda obra. Alguns alunos meus já compraram o livro depois de eu levá-lo para a sala de aula e ler um ou outro capítulo para eles. Ficam impressionados com o teor da mensagem por trás daquelas palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma de minhas partes favoritas é quando o Pequeno Príncipe encontra com a Raposa. É neste capítulo que surge uma daquelas frases que ficam marcadas para sempre: Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. A Raposa ensinou isso ao princepezinho quando ele teve que partir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um filme (musical) da obra datado de 1974. Apesar de ser um pouco antigo, vale a pena ver. É bonito. Também é barato. Você pode encontrá-lo fácil nas Lojas Americanas por R$12,90. Se bem que por esse preço, é melhor dar um pouquinho mais e comprar o livro. =D&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim...&lt;br /&gt;Há 1.000 razões para se ler este livro. Espero que possa fazer com que ao menos um dos senhores leitores deste Blog, que nunca tenham lido o livro, possa procurá-lo para dar uma lida. Caso isso aconteça, por favor, venham aqui para me contar o que acharam!&lt;br /&gt;Cena do filme no YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=P0_pL6g53Z8&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8477798887112618994-5741817804411174829?l=essenciateatral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://essenciateatral.blogspot.com/feeds/5741817804411174829/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2011/02/pequeno-principe.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/5741817804411174829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/5741817804411174829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2011/02/pequeno-principe.html' title='Pequeno príncipe'/><author><name>Dayana Teles</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11936002148906361981</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/Scf426BWH2I/AAAAAAAAAAM/eJBDRX-NKJ4/S220/pict4314.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-aF5p0N77Yps/TVP7HDhVu8I/AAAAAAAAAGI/d2whhiDJmgI/s72-c/22-10-2009-Exposi%25C3%25A7%25C3%25A3o-do-Pequeno-Pr%25C3%25ADncipe-na-Oca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8477798887112618994.post-1779934430218168505</id><published>2011-01-20T18:02:00.001-08:00</published><updated>2011-01-20T18:03:22.143-08:00</updated><title type='text'>A essência do teatro

Henri Gouhier</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/TTjpYirlOtI/AAAAAAAAAF8/4QQAYxHDWkY/s1600/OgAAAG9-JJdp6LRo_QKNzWeonN8t_-NTfu0TWekaK5TTvOAePihrQplAhn56nM1-8isfFum8ZPdrWPVUrzc_adqIFXEAm1T1UIx-WCHdYcJDlzUdgEwQA-aF8foa.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/TTjpYirlOtI/AAAAAAAAAF8/4QQAYxHDWkY/s320/OgAAAG9-JJdp6LRo_QKNzWeonN8t_-NTfu0TWekaK5TTvOAePihrQplAhn56nM1-8isfFum8ZPdrWPVUrzc_adqIFXEAm1T1UIx-WCHdYcJDlzUdgEwQA-aF8foa.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564453947451980498" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Representar é tornar presente através de presenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O "fato dramático" é portanto o ator.  Não há teatro sem poeta, mas há poesia sem teatro: a arte do ator e o texto teatral vem um para o outro e um do outro.  O autor está em tudo aquilo onde criar não é representar: somente o ator está sobre a cena, e ele não pode estar em nenhum outro lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o ator, o mistério do teatro é o da presença real, antes mesmo de ser o da metamorfose.  Mistério profano do qual uma experiência cotidiana revela-nos os efeitos, pois ela justifica a superioridade ou a inferioridade, segundo os casos, da conversação sobre a correspondência, da questão oral sobre o exame escrito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou diante de um homem.  Afirmo que ele é alto, magro e moreno; mas eu quase não intervenho para afirmar que ele está lá: sua presença afirma-se em mim.  Eu o conheço como alto, magro e moreno; eu o conheço também como existente e presente: mas os dois conhecimentos são bem diferentes.  O primeiro é um saber detalhado e progressivo; descubro pouco a pouco o que é esse homem, e depois quem é esse homem.  O segundo é uno e instantâneo: esse homem está lá, nada mais, nada menos.  Eu posso consignar um saber: descrevo o homem que está diante de mim; posso transmitir meu saber: as memórias estão cheias de "retratos".  Esse homem está lá: que mais dizer?  Sua presença será simplesmente o objeto de uma informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pensamento não passa de um conhecimento de um outro por graus, mas por uma inversão é preciso voltar-se para o concreto cru.  A inteligência abstrai do real suas qualidades, que ela restituir-lhe-á sob a forma de atributos no julgamento.  Quando ela o tenha esvaziado de todas as suas qualidades, ela não poderia separar a existência do existente: a abstração não pode mais abocanhar. (5)  A existência não pode ser atributo, pois ela é o lugar dos atributos; ela não pode ser uma propriedade, pois ela é o proprietário: resta apenas sofrer sua presença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal conhecimento não é uma sensação, pois ele não é especificamente nem visual, nem tátil, nem auditivo: ele não é próprio de nenhum sentido, embora cada percepção lhe deva sua consistência.  Ele também não é um sentimento, se com essa palavra designamos uma afeição do sujeito que se sente feliz, descontente ou triste.  "Intuição" também não convém (6): uma intuição que não se refere ao eu do sujeito visa um objeto; ora, a existência não é jamais um objeto; ela é aquilo que há de objetivo no objeto: uma espessura sem contornos, uma opacidade sem formas, uma música sem linhas, são abstrações desesperadas para designar aquilo que o objeto não deixará jamais que se colha nele.  O melhor termo é sem dúvida o que propôs um dia M. Gabriel Marcel: a realidade nos é dada em uma certeza (7), certeza contínua e potente como o baixo que sustenta um canto, certeza que me permite avançar sem medo de cair no vazio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dado imediato da presença é também um dom.  Uma vez que ele está lá, eu sei que desse homem aquilo que nenhum documento, nenhuma descrição e nenhuma fotografia me dirá.  Um conhecimento à distância freqüentemente é mais completo e mais exato; o biógrafo às vezes compreende seu herói melhor do que o fizeram os mais sutis de seus contemporâneos.  Mas o recuo aproveita ao saber e, ainda uma vez, da presença não emana nenhum saber: ela cria antes uma espécie de cumplicidade propícia aos olhares indiscretos.  Esse homem está em meu universo; eu estou no seu: a vida obriga-me a simplificar e eu concluo logo que nós estamos no mesmo; ei-nos aqui, por um instante, juntos no mesmo barco e é preciso que façamos um acordo entre nossas prudências.  Ora, essa familiaridade gera uma sagacidade mais viva e mais perspicaz que a reflexão, senão mais justa, sagacidade que dispensa de terminar as frases, que permite comunicar sem palavras, que lê nos olhos e corrige as mentiras da boca através do imperceptível tremor de uma mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graça da presença...  Graça da adivinhação e não graça da luz, socorro do diretor de consciência, fina seta do diagnóstico médico, força dos verdadeiros chefes.  Captá-la, este é o milagre do retrato; atualizá-la, este é o segredo do conferencista; colocá-la como princípio de uma arte, esta é a essência do teatro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8477798887112618994-1779934430218168505?l=essenciateatral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://essenciateatral.blogspot.com/feeds/1779934430218168505/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2011/01/essencia-do-teatro-henri-gouhier.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/1779934430218168505'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/1779934430218168505'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2011/01/essencia-do-teatro-henri-gouhier.html' title='A essência do teatro&#xA;&#xA;Henri Gouhier'/><author><name>Dayana Teles</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11936002148906361981</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/Scf426BWH2I/AAAAAAAAAAM/eJBDRX-NKJ4/S220/pict4314.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/TTjpYirlOtI/AAAAAAAAAF8/4QQAYxHDWkY/s72-c/OgAAAG9-JJdp6LRo_QKNzWeonN8t_-NTfu0TWekaK5TTvOAePihrQplAhn56nM1-8isfFum8ZPdrWPVUrzc_adqIFXEAm1T1UIx-WCHdYcJDlzUdgEwQA-aF8foa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8477798887112618994.post-4491347091045293008</id><published>2011-01-20T17:58:00.000-08:00</published><updated>2011-01-20T17:59:42.976-08:00</updated><title type='text'>Em Busca de Seu Próprio Clown - Jacques Lecoq</title><content type='html'>Na tradição do circo, o clown começava sendo um acrobata, malabarista ou trapezista, e depois, com o passar do tempo, não podendo mais realizar os números no mesmo nível de qualidade, ensinava-os a um jovem e tornava-se um clown.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde os anos sessenta manifesta-se um interesse pelo clown. Mas o clown não está mais ligado ao circo: trocou o picadeiro pela cena e pela rua. Muitos jovens desejam ser clowns; é uma profissão de fé, uma tomada de posição perante a sociedade: ser esse personagem à parte e reconhecido por todos, pelo qual sentimos um vivo interesse, naquilo que ele não sabe fazer, lá onde ele é fraco. Mostrar suas fraquezas (as pernas finas, o peito largo, os braços pequenos) e enfatizá-las usando roupas diferentes daquelas que usualmente as ocultam, é aceitar-se e mostrar-se tal como se é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numerosos jovens em todos os países andam pelas ruas com três bolinhas, uma cambalhota, uma parede invisível, querendo ser vistos. O fenômeno ultrapassa a simples representação e seu espetáculo. Esse clown "psicológico", que pode desenvolver uma pedagogia dramática, necessária à liberdade do comediante, não é forçosamente um clown de espetáculo e permanece no mais das vezes sendo um modo de expressão privado. O pequeno nariz vermelho não basta para fazer um clown profissional e a representação não deve ser uma exibição consoladora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O clown exige também uma proeza, freqüentemente ao inverso da lógica; ele põe em desordem uma certa ordem e permite assim denunciar a ordem vigente: deixa cair o chapéu, vai apanhá-lo mas, desajeitadamente, dá-lhe um pontapé e, sem querer, pisa na bengala que lhe joga de volta o chapéu nas mãos. O clown erra onde não esperamos e acerta onde não esperamos. Se tentar um salto perigoso, cai, mas o executa quando lhe dão uma bofetada. Assim o clown Grock, escondido atrás de um biombo, conseguia junglar com três bolas, só elas visíveis ao público, o que não conseguia fazer perante o público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O clown toma tudo ao pé da letra, em seu sentido imediato: quando a noite cai (bum!) ele a procura no chão e nós rimos de seu lado idiota e ingênuo. Se alguém lhe manda tomar um ar ele quer segurá-lo com a mão. Todos pregam-lhe peças. Alguém o manda abaixar-se e olhar para os pés: ele se abaixa e leva um pontapé nos fundilhos; achando a piada "muito boa", vai passá-la a um terceiro personagem; este lhe pede para mostrar como fazê-lo e o clown recebe um novo pontapé deste novo personagem, que já conhecia a blague.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pequeno nariz vermelho, "a menor máscara do mundo", dando ao nariz uma forma redonda, banha os olhos de ingenuidade e aumenta o rosto, desarmando-o de qualquer defesa. Ele não causa medo, o que faz com que seja amado por todas as crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pantomima, outrora, desceu ao picadeiro do circo e deu ao clown o rosto branco de Pierrot, que torna-se então o clown branco. O clown, hoje, é sobretudo o augusto e, portanto, todos os cômicos do picadeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beckett deu uma nova dimensão ao clown, fazendo com que ele descobrisse os altos sopros da existência. O herói trágico tornou-se inabordável, e o clown o substitui, "Esperando Godot"...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clowns de teatro e clowns de circo misturam-se no Circo Alfred, na Tchecoslováquia, com Ctibor Turba e Boleslav Polivka. Pierre Byland e Philippe Gaulier, clowns de teatro absurdo, fazem um espetáculo, Os Pratos. Cada país encontra seus clowns, o fenômeno é internacional, e não é o circo que os faz nascer. Os jovens comediantes se reconhecem nesse mundo clownesco que desenvolvem longe da imagem típica do clown de circo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa busca de seu próprio clown reside na liberdade de poder ser o que se é e de fazer os outros rirem disso, de aceitar a sua verdade. Existe em nós uma criança que cresceu e que a sociedade não permite aparecer; a cena a permitirá melhor do que a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse caminho é puramente pedagógico e essa experiência serve ao comediante para além mesmo da representação clownesca. Não basta, para um clown de teatro, apresentar-se ao público fracassando naquilo que procura realizar e com uma roupa típica e nariz vermelho. O clown profissional deve saber realizar seus fracassos com talento e trabalho. Os clowns de teatro fundamentam-se mais sobre o talento do comediante que sobre o do acrobata; sem o nariz vermelho, eles animam um mundo geralmente absurdo e trágico. Em companhias, montam peças curtas criando seus personagens a partir de si mesmos, caricaturando a si mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In "Le Théâtre du geste", org. de Jacques Lecoq, Ed. Bordas, Paris, 1987, pág. 117. Tradução de Roberto Mallet.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8477798887112618994-4491347091045293008?l=essenciateatral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://essenciateatral.blogspot.com/feeds/4491347091045293008/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2011/01/em-busca-de-seu-proprio-clown-jacques.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/4491347091045293008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/4491347091045293008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2011/01/em-busca-de-seu-proprio-clown-jacques.html' title='Em Busca de Seu Próprio Clown - Jacques Lecoq'/><author><name>Dayana Teles</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11936002148906361981</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/Scf426BWH2I/AAAAAAAAAAM/eJBDRX-NKJ4/S220/pict4314.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8477798887112618994.post-4639027981071126822</id><published>2011-01-20T17:38:00.000-08:00</published><updated>2011-01-20T17:56:16.493-08:00</updated><title type='text'>O mais nu dos artistas</title><content type='html'>Se não for engraçado, o clown não é um clown. Afora isto, ele tem todos os direitos, e também um dever: ser muito pessoal, com sua própria silhueta, seu estilo único, sua expressão particular. Quanto a mim, tento utilizar o máximo de meios: acrobacia, funambulismo, música, palavra... e mímica, é claro. Já fui criticado por isto, mas acredito que o clown tenha feito mímica bem antes dos mímicos. Essa mímica e quase todas as especialidades dos artistas do picadeiro, nós encontramos nos artistas da commedia dell'arte, mas a commedia, por mais engraçada que seja, não é clownesca. Um excêntrico como Georges Carl é hilariante, mas não é um clown. Há uns quinze anos, vi a peça de Marcel Achard "Voulez-vous jouer avec moá?"; os comediantes eram extraordinariamente cômicos, melhores que a maioria dos clowns, mas... não havia clowns, eram clowns representados por atores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomemos um contra-exemplo: Charlie Rivel. Por natureza, ele é "o" clown, a quintessência do clown, em seu ser, sua maneira de viver, de se exprimir. Talvez ele não fosse um perfeito ator, no sentido clássico da palavra, mas tinha o estilo clown, como o tinha Grock, o maior de todos. Atualmente, ele movimenta-se com dificuldade; sua filha Paulina tem que maquiá-lo. Mas o pouco que se move, sua maneira de desenvolver as gags lentamente, de comportar-se como uma criança, engraçada, má, poética, esperta, terna..., é um clown!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Colombaioni abandonaram o circo. Eles tiveram o desembaraço de não se caracterizarem mais; depois de um minuto com eles em cena, você pensa: não são excêntricos, nem burlescos, nem comediantes que representam clowns, mas verdadeiros clowns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É apenas com exemplos como esses que se pode tentar explicar, definir. Mas é extremamente difícil pois os clowns têm um segredo que somente eles conhecem! Ele caiu sobre os seus narizes, quando estavam no berço! Eles só têm mérito se exploram-no bem, se cultivam-no. Tenho tanto respeito por esse ofício que não suporto aqueles que imaginam que basta, para merecer o nome de clown, colocar um nariz vermelho e sapatos monstruosos. Tenho horror de certas trupes, algumas bem conceituadas, em que os atores caracterizam-se até o topo da cabeça, em que utilizam-se um monte de acessórios mecânicos complicados que não cabem em uma camionete. Grock contentava-se com um violino e uma cadeira, mas Grock era um ponto culminante de nossa arte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu procuro, como ele, respirar, durante meu número, como na vida. Não se deve ter medo de perder seu tempo. O público está deformado, sobretudo por causa da televisão: ele quer ver tudo rápido, quer ter tudo rápido, a vida já digerida; e as crianças são como os adultos. Não devemos nos deixar enganar por essa onda. Quando se consegue impor seu próprio ritmo, quando se vence a partida, é maravilhoso porque as pessoas, então, dão-se conta de que se trata de outra coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos meus "truques" é sorrir freqüentemente porque eu gostaria de transmitir isso: quero tanto, aliás, que, afinal, não é um truque! Quando, em um país em que ninguém me conhece, num botequim, chego a fazer rir não importa quem, uma pessoa, uma só - ou uma criança - fico todo feliz: tenho a impressão que realmente fiz alguma coisa, que consegui construir uma ponte com os outros. Atrás de meu sorriso, há essa vontade. Há muita vontade - nunca o bastante - e uma grande concentração. Sobre este ponto, estou longe, ai!, de igualar um iogue ou um monge zen, mas sou bastante auxiliado pela crença que inculcou-me minha mãe em um mundo onde as forças espirituais são, com toda a naturalidade, as mais influentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada um tem sua pequena filosofia... A minha é não poder conceber meu trabalho senão como um clown honesto e verdadeiro: sua atitude e seu caráter transmitem-se através de sua arte, portanto é interessante tentar mostrar-se humano, gentil, com humor. Minha vida, meu ofício, tudo está no mesmo saco! Eu não represento um papel: estou nu; o clown é o mais nu de todos os artistas porque põe em jogo a si mesmo, sem poder trapacear. Para não decepcionar o público, ele tem o dever de ser autêntico, de ter a impressão de estar sempre oferecendo muito pouco. É meu ideal de clown. Um ideal que vocês podem notar em outras pessoas que têm ofícios bem obscuros: pessoas honestas, boas, trabalhadoras. Elas tentam cumprir sua tarefa humildemente: são personalidades tão grandes quanto os mais célebres artistas do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do mais, para mim - um pouco à maneira desse santo que dizia: "Ama a Deus e faze o que quiseres" - é isto: "Sê engraçado, e faze o que quiseres." Sê engraçado!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8477798887112618994-4639027981071126822?l=essenciateatral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://essenciateatral.blogspot.com/feeds/4639027981071126822/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2011/01/o-mais-nu-dos-artistas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/4639027981071126822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/4639027981071126822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2011/01/o-mais-nu-dos-artistas.html' title='O mais nu dos artistas'/><author><name>Dayana Teles</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11936002148906361981</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/Scf426BWH2I/AAAAAAAAAAM/eJBDRX-NKJ4/S220/pict4314.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8477798887112618994.post-9112592051577662181</id><published>2011-01-17T18:25:00.001-08:00</published><updated>2011-01-17T18:26:11.776-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/TTT6OwykPKI/AAAAAAAAAF0/KImcslamk1A/s1600/clown%2Bser%2Bvc"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 298px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/TTT6OwykPKI/AAAAAAAAAF0/KImcslamk1A/s320/clown%2Bser%2Bvc" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563346571231509666" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Temos a arte para não morrer da verdade.&lt;br /&gt;Friedrich Nietzsche&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8477798887112618994-9112592051577662181?l=essenciateatral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://essenciateatral.blogspot.com/feeds/9112592051577662181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2011/01/temos-arte-para-nao-morrer-da-verdade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/9112592051577662181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/9112592051577662181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2011/01/temos-arte-para-nao-morrer-da-verdade.html' title=''/><author><name>Dayana Teles</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11936002148906361981</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/Scf426BWH2I/AAAAAAAAAAM/eJBDRX-NKJ4/S220/pict4314.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/TTT6OwykPKI/AAAAAAAAAF0/KImcslamk1A/s72-c/clown%2Bser%2Bvc' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8477798887112618994.post-6651981126488209660</id><published>2011-01-17T18:21:00.001-08:00</published><updated>2011-01-17T18:21:47.108-08:00</updated><title type='text'>Como é mesmo?</title><content type='html'>A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez.&lt;br /&gt;Friedrich Nietzsche&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8477798887112618994-6651981126488209660?l=essenciateatral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://essenciateatral.blogspot.com/feeds/6651981126488209660/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2011/01/como-e-mesmo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/6651981126488209660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/6651981126488209660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2011/01/como-e-mesmo.html' title='Como é mesmo?'/><author><name>Dayana Teles</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11936002148906361981</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/Scf426BWH2I/AAAAAAAAAAM/eJBDRX-NKJ4/S220/pict4314.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8477798887112618994.post-3864446828792562776</id><published>2011-01-17T18:14:00.000-08:00</published><updated>2011-01-17T18:16:49.402-08:00</updated><title type='text'>O que te faz feliz?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/TTT4A-J8lLI/AAAAAAAAAFs/br0zQS6x3_g/s1600/flores"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 108px; height: 135px;" src="http://2.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/TTT4A-J8lLI/AAAAAAAAAFs/br0zQS6x3_g/s320/flores" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563344135277810866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nós humanos somos seres estranhos. Nunca estamos felizes com nada. Vivemos sempre buscando algo que não temos, e o que temos já não nos importa. Algo como: a felicidade está em um patamar acima do nosso e estamos sempre a buscá-la. Enfim, por mais que tenhamos bens, saúde, uma família, sempre falta algo. Que seja algo distante, que seja impossível, pois será isso que iremos desejar, ainda que o que precisamos, de fato, esteja ao alcance de nossas mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carros, casas, bens, dinheiro, dinheiro. Seria essa a definição ideal de felicidade? Não sei, a resposta não é tão simples. Talvez a felicidade não se resuma nessas coisas, em bens materias, embora estas coisas ajudem muito. Talvez, as coisas mais mais valiosas que temos, por mais démodé que seja, são amores. Não amores carnais apenas, paixões, mas sim amores, amores pelo simples viver, do amanhecer de um dia, de uma vida envolta de prazeres simplórios, e que não são necessariamente relacionados a dinheiro. Tá, reconheço que isso é filosófico demais, mas é realidade. Afinal, a vida deve ser encarada como um simplicidade impressionante, porque a vida é mesmo complexa. Mas é difícil ver simplicidade na vida, porque, aliás, a felicidade é, além de tudo, complexa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando criança, eu queria ser adulto, mas por que cargas d’água hoje eu gostaria de ser criança? Por que sentimos falta daquilo que tivemos, e que sempre desejamos descartar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, o que te faz feliz? O que nos faz feliz? O que é ser feliz? Talvez seja a esperança de saber que o amanhã poderá ser melhor, e é por isso que batalhamos hoje. É, talvez ser feliz seja isso: viver o que temos pra viver da maneira que podemos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8477798887112618994-3864446828792562776?l=essenciateatral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://essenciateatral.blogspot.com/feeds/3864446828792562776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2011/01/o-que-te-faz-feliz.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/3864446828792562776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/3864446828792562776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2011/01/o-que-te-faz-feliz.html' title='O que te faz feliz?'/><author><name>Dayana Teles</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11936002148906361981</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/Scf426BWH2I/AAAAAAAAAAM/eJBDRX-NKJ4/S220/pict4314.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/TTT4A-J8lLI/AAAAAAAAAFs/br0zQS6x3_g/s72-c/flores' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8477798887112618994.post-80274101629451539</id><published>2011-01-17T18:09:00.000-08:00</published><updated>2011-01-17T18:24:04.226-08:00</updated><title type='text'>Aprender</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/TTT3aJ8SAjI/AAAAAAAAAFk/JtICWg0tFiY/s1600/anjo"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 107px; height: 88px;" src="http://1.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/TTT3aJ8SAjI/AAAAAAAAAFk/JtICWg0tFiY/s320/anjo" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563343468426822194" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprender te dá asas para voar e o voo é seguro...de antemão posso informar que nos maravilhamos com as novas descobertas e prazeres de se aprender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto mais nos elevamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar.&lt;br /&gt;Friedrich Nietzsche&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8477798887112618994-80274101629451539?l=essenciateatral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://essenciateatral.blogspot.com/feeds/80274101629451539/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2011/01/aprender.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/80274101629451539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/80274101629451539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2011/01/aprender.html' title='Aprender'/><author><name>Dayana Teles</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11936002148906361981</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/Scf426BWH2I/AAAAAAAAAAM/eJBDRX-NKJ4/S220/pict4314.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/TTT3aJ8SAjI/AAAAAAAAAFk/JtICWg0tFiY/s72-c/anjo' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8477798887112618994.post-4742366952349275375</id><published>2010-12-17T19:41:00.000-08:00</published><updated>2010-12-17T19:44:39.998-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/TQwtihGbXVI/AAAAAAAAAEo/_Snl21IcLFc/s1600/PALHAO.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 269px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/TQwtihGbXVI/AAAAAAAAAEo/_Snl21IcLFc/s320/PALHAO.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551862511665110354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"É fundamental aprendermos rir de nós mesmos." Henry Miller&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8477798887112618994-4742366952349275375?l=essenciateatral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://essenciateatral.blogspot.com/feeds/4742366952349275375/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2010/12/e-fundamental-aprendermos-rir-de-nos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/4742366952349275375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/4742366952349275375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2010/12/e-fundamental-aprendermos-rir-de-nos.html' title=''/><author><name>Dayana Teles</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11936002148906361981</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/Scf426BWH2I/AAAAAAAAAAM/eJBDRX-NKJ4/S220/pict4314.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/TQwtihGbXVI/AAAAAAAAAEo/_Snl21IcLFc/s72-c/PALHAO.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8477798887112618994.post-8636271795746931008</id><published>2010-12-02T20:24:00.000-08:00</published><updated>2010-12-02T20:25:18.001-08:00</updated><title type='text'>Ensaio</title><content type='html'>Era eu... eu estava sobre aquela ponte como um inseto, que não sabe muito bem onde está indo...eu e as minhas inspirações, péssima companheira! As improvisações da minha vida, não me permitem o sucesso, como atriz ainda sou um desastre, sou um inseto ansioso...vc teria coragem de me beijar???teria coragem?????um inseto!estou procurando evoluir para...pássaro...e voar na minha imaginação. Me beija...me deixa sentir o calor do sol...deixa que o meu desejo possa se esvair à procura de abrigo...no teu peito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8477798887112618994-8636271795746931008?l=essenciateatral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://essenciateatral.blogspot.com/feeds/8636271795746931008/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2010/12/ensaio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/8636271795746931008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/8636271795746931008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2010/12/ensaio.html' title='Ensaio'/><author><name>Dayana Teles</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11936002148906361981</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/Scf426BWH2I/AAAAAAAAAAM/eJBDRX-NKJ4/S220/pict4314.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8477798887112618994.post-8082473133106176092</id><published>2010-10-16T12:06:00.000-07:00</published><updated>2010-10-16T12:07:54.477-07:00</updated><title type='text'>Objetivos dos Trabalhos com T.O.</title><content type='html'>   	&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 2.3  (Linux)"&gt; 	 	 	&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		H3 { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt; 	&lt;/style&gt;  &lt;h3 class="western"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Nimbus Roman No9 L,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Promover o fortalecimento da cidadania e a justiça social através do Teatro do Oprimido, como meio democrático na transformação da sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;h3 class="western" align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Nimbus Roman No9 L,serif;"&gt;VISÃO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt; &lt;h3 class="western"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Nimbus Roman No9 L,serif;"&gt;Atuamos para que as camadas oprimidas e marginalizadas da sociedade se afirmem como produtoras de sua própria arte e protagonistas de suas vidas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;h3 class="western" align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Nimbus Roman No9 L,serif;"&gt;VALORES &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/h3&gt; &lt;h3 class="western" align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Nimbus Roman No9 L,serif;"&gt;Vida + Ética + Solidariedade + Estética + Diálogo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p class="western" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;&lt;span style="font-family:Nimbus Roman No9 L,serif;"&gt;VIDA: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:Nimbus Roman No9 L,serif;"&gt;Somos amantes da vida e valorizamos todas as suas formas, buscando o equilíbrio das ações humanas com a natureza. Esse amor nos impulsiona a desenvolver nosso trabalho, lutando pelo respeito as diversidades.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;&lt;span style="font-family:Nimbus Roman No9 L,serif;"&gt;ÉTICA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:Nimbus Roman No9 L,serif;"&gt;: Prendemos e ensinamos que nenhuma busca é justa e honesta se não for realizada com ética. É nela que baseamos nossa forma de trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;&lt;span style="font-family:Nimbus Roman No9 L,serif;"&gt;SOLIDARIEDADE&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:Nimbus Roman No9 L,serif;"&gt;: Temos um compromisso e obrigação ética com os oprimidos. A solidariedade é a força do método. Quando nos associamos a uma causa, estamos apoiando e sendo co-responsáveis por ela.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;&lt;span style="font-family:Nimbus Roman No9 L,serif;"&gt;ESTÉTICA: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:Nimbus Roman No9 L,serif;"&gt;A capacidade humana de inventar, imaginar e transformar através da arte é infinita, ajudando o ser humano a se redescobrir e ganhar força para lutar.&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Nimbus Roman No9 L,serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;&lt;span style="font-family:Nimbus Roman No9 L,serif;"&gt;DIÁLOGO: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:Nimbus Roman No9 L,serif;"&gt;Acreditamos no diálogo como meio na busca da paz. Queremos um mundo pacífico, mas jamais passivo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8477798887112618994-8082473133106176092?l=essenciateatral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://essenciateatral.blogspot.com/feeds/8082473133106176092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2010/10/objetivos-dos-trabalhos-com-to.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/8082473133106176092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/8082473133106176092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2010/10/objetivos-dos-trabalhos-com-to.html' title='Objetivos dos Trabalhos com T.O.'/><author><name>Dayana Teles</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11936002148906361981</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/Scf426BWH2I/AAAAAAAAAAM/eJBDRX-NKJ4/S220/pict4314.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8477798887112618994.post-5899514394516126577</id><published>2010-09-04T19:10:00.000-07:00</published><updated>2010-09-04T19:15:12.150-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>É mais fácil fazer chorar do que fazer rir, é simples julgar fácil ser palhaço, mas é necessário conhecer o jogo, penetrar no universo alheio e mexer com as emoções...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8477798887112618994-5899514394516126577?l=essenciateatral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://essenciateatral.blogspot.com/feeds/5899514394516126577/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2010/09/e-mais-facil-fazer-chorar-do-que-fazer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/5899514394516126577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/5899514394516126577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2010/09/e-mais-facil-fazer-chorar-do-que-fazer.html' title=''/><author><name>Dayana Teles</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11936002148906361981</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/Scf426BWH2I/AAAAAAAAAAM/eJBDRX-NKJ4/S220/pict4314.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8477798887112618994.post-6969327544901159723</id><published>2010-09-04T19:02:00.000-07:00</published><updated>2010-09-04T19:05:52.823-07:00</updated><title type='text'>Circo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/TIL68OGIiLI/AAAAAAAAAEM/U76dkGpv1-U/s1600/circo.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 159px;" src="http://1.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/TIL68OGIiLI/AAAAAAAAAEM/U76dkGpv1-U/s200/circo.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5513244806337824946" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Um &lt;b&gt;circo&lt;/b&gt; é comumente uma companhia itinerante que reúne artistas de diferentes especialidades, como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Malabarismo" title="Malabarismo"&gt;malabarismo&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Palha%C3%A7o" title="Palhaço"&gt;palhaço&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Acrobacia" title="Acrobacia"&gt;acrobacia&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Monociclo" title="Monociclo"&gt;monociclo&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Contorcionismo" title="Contorcionismo"&gt;contorcionismo&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Equilibrismo" title="Equilibrismo"&gt;equilibrismo&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ilusionismo" title="Ilusionismo"&gt;ilusionismo&lt;/a&gt;, entre outros.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A palavra também descreve o tipo de apresentação feita por esses artistas, normalmente uma série de atos coreografados à músicas. Um circo é organizado em uma arena - picadeiro circular, com assentos em seu entorno, enquanto circos itinerantes costumam se apresentar sob uma grande tenda ou lona.&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Hist.C3.B3ria"&gt;História&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Dos chineses aos gregos, dos egípcios aos indianos, quase todas as civilizações antigas já praticavam algum tipo de arte circense há pelo menos 4 000 anos- mas o circo como o conhecemos hoje só começou a tomar forma durante o Império Romano. O primeiro a se tornar famoso foi o Circus Maximus, que teria sido inaugurado no século VI a.C., com capacidade para 150 000 pessoas. A atração principal eram as corridas de carruagens, mas, com o tempo, foram acrescentadas as lutas de gladiadores, as apresentações de animais selvagens e de pessoas com habilidades incomuns, como engolidores de fogo. Destruído por um grande incêndio, esse anfiteatro foi substituído, em 40 a.C., pelo Coliseu, cujas ruínas até hoje compõem o cartão postal número um de Roma. A Roma por sua vez, tem papel muito importante na história do circo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com o fim do império dos Césares e o início da era medieval, artistas populares passaram a improvisar suas apresentações em praças públicas, feiras e entradas de igrejas. "Nasciam assim as famílias de saltimbancos, que viajavam de cidade em cidade para apresentar seus números cômicos, de pirofagia, malabarismo, dança e teatro".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Tudo isso, porém, não passa de uma pré-história das artes circenses, porque foi só na Inglaterra do século XVIII que surgiu o circo moderno, com seu picadeiro circular e a reunião das atrações que compõem o espetáculo ainda hoje. Cavaleiro de 1 001 habilidades, o ex-militar inglês Philip Astley inaugurou, em 1768, em Londres, o Royal Amphitheatre of Arts (Anfiteatro Real das Artes), para exibições eqüestres. Para quebrar a seriedade das apresentações, alternou números com palhaços e todo tipo de acrobata e malabarista.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O sucesso foi tamanho que, 50 anos depois, o circo inglês era imitado não só no resto do continente europeu, mas atravessara o Atlântico e se espalhara pelos quatro cantos do planeta.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;[&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Circo&amp;amp;action=edit&amp;amp;section=2" title="Editar seção: O circo no Brasil"&gt;editar&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt; &lt;span class="mw-headline" id="O_circo_no_Brasil"&gt;O circo no Brasil&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;A história do circo no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil" title="Brasil"&gt;Brasil&lt;/a&gt; começa no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX" title="Século XIX"&gt;século XIX&lt;/a&gt;, com famílias e companhias vindas da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Europa" title="Europa"&gt;Europa&lt;/a&gt;, onde agruparam-se em guetos e manifestavam sentimentos diversos através de interpretações teatrais onde não demonstravam apenas interesses individuais e sim despertavam consciência mútua.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No Brasil, mesmo antes do circo de Astley, já haviam os ciganos que vieram da Europa, onde eram perseguidos. Sempre houve ligação dos ciganos com o circo. Entre suas especialidades incluíam-se a doma de ursos, o ilusionismo e as exibições com cavalos.Eles viajavam de cidade em cidade, e adaptavam seus espetáculos ao gosto da população local. Números que não faziam sucesso na cidade eram tirados do programa.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;[&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Circo&amp;amp;action=edit&amp;amp;section=3" title="Editar seção: Novo circo"&gt;editar&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt; &lt;span class="mw-headline" id="Novo_circo"&gt;Novo circo&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;O novo circo é um movimento recente que adiciona às técnicas de circo tradicionais a influência de outras linguagens artísticas como a dança e o teatro,levando em conta que a música sempre fez parte da tradição circense. No Brasil existem atualmente vários grupos pesquisando e utilizando esta nova linguagem.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;[&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Circo&amp;amp;action=edit&amp;amp;section=4" title="Editar seção: Uso de animais em circos"&gt;editar&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt; &lt;span class="mw-headline" id="Uso_de_animais_em_circos"&gt;Uso de animais em circos&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Há uma grande controvérsia sobre o uso de animais em circos, há duas correntes de pensamento, com prós e contras o uso de animais em shows.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo a corrente de pessoas que são contra o uso de animais em circo, seu uso tem sido gradativamente abandonado, uma vez que tais animais por vezes sofriam maus-tratos (tais como dentes precariamente serrados, jaulas minúsculas, estresse etc.) e, além disso, eram frequentemente &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Abandono_de_animais" title="Abandono de animais"&gt;abandonados&lt;/a&gt;, já que a manutenção de grandes animais, como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tigre" title="Tigre"&gt;tigres&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Elefante" title="Elefante"&gt;elefantes&lt;/a&gt; demanda muito dinheiro.&lt;sup id="cite_ref-0" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Circo#cite_note-0"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; Há ainda inúmeros casos em que acidentes, principalmente envolvendo animais selvagens, nos quais pessoas saem feridas ou até mesmo mortas, como o caso de uma garota chinesa, atacada por um tigre.&lt;sup id="cite_ref-1" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Circo#cite_note-1"&gt;[2]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por outro lado existem inúmeros circos brasileiros que possuem infra-estrutura e recursos para manterem seus animais, com auxilio de biologos e veterinários contratados para garantir o bem estar dos animais. A maioria deles com documentação do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ibama" title="Ibama" class="mw-redirect"&gt;Ibama&lt;/a&gt;. Existem raros casos de acidentes envolvendo animais selvagens, nos quais pessoas saem feridas ou até mesmo mortas.&lt;sup&gt;&lt;span style="color:gray;"&gt;[&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes" title="Wikipedia:Livro de estilo/Cite as fontes"&gt;&lt;span title="Esta afirmativa precisa de uma referência para confirmá-la."&gt;&lt;span style="color:gray;"&gt;&lt;i&gt;carece de fontes&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="printfooter"&gt;?&lt;/span&gt;&lt;span style="color:gray;"&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Atualmente é proibido o uso de animais em algumas cidades, mas na maioria dos municípios brasileiros ainda é permitida sua exibição, tendo em vista que não há uma legislação federal que regule a matéria. Empresários circenses, artistas, produtores culturais e alguns estudiosos lutam para que seja aprovada uma legislação federal que regulamente o uso de animais em circos.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8477798887112618994-6969327544901159723?l=essenciateatral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://essenciateatral.blogspot.com/feeds/6969327544901159723/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2010/09/circo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/6969327544901159723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/6969327544901159723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2010/09/circo.html' title='Circo'/><author><name>Dayana Teles</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11936002148906361981</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/Scf426BWH2I/AAAAAAAAAAM/eJBDRX-NKJ4/S220/pict4314.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/TIL68OGIiLI/AAAAAAAAAEM/U76dkGpv1-U/s72-c/circo.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8477798887112618994.post-5865586989885482936</id><published>2010-07-05T13:30:00.000-07:00</published><updated>2010-07-05T13:42:14.561-07:00</updated><title type='text'>A arte através dos tempos</title><content type='html'>O ensino de artes, hoje, ainda se limita ao que faziam nossos pais na aula de educação artística, reproduzir obras já existentes. A era da reprodução está aí para formar indivíduos cada vez menos críticos, não há expressão da criatividade, assim não existe o fenômeno do despertar crítico. O mesmo acontece nas oficinas de teatro por aí... a autenticidade tirou férias? Ou a moda tomou conta dos palcos? Fazendo valer apenas as tendências mais representadas do "high societe artìstico"? No teatro não há limites, tudo pode...deste que seja comercial!?! O que vocês acham disso?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8477798887112618994-5865586989885482936?l=essenciateatral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://essenciateatral.blogspot.com/feeds/5865586989885482936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2010/07/arte-atraves-dos-tempos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/5865586989885482936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/5865586989885482936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2010/07/arte-atraves-dos-tempos.html' title='A arte através dos tempos'/><author><name>Dayana Teles</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11936002148906361981</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/Scf426BWH2I/AAAAAAAAAAM/eJBDRX-NKJ4/S220/pict4314.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8477798887112618994.post-8760735166259958694</id><published>2010-07-05T11:27:00.000-07:00</published><updated>2010-07-05T11:35:06.656-07:00</updated><title type='text'>Você sabia que...</title><content type='html'>O circo moderno parece ter surgido a partir de 1766, criado por um jovem sargento, chamado &lt;strong&gt;Philip Astley&lt;/strong&gt;.&lt;a href="http://www.mundoclown.com.br/files/img/astlei03.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.mundoclown.com.br/files/img/astlei02.jpg" align="right" /&gt;&lt;/a&gt; Primeiro, com atrações equestres e, logo, enriquecendo as performances com artistas mambembes e atrações mais divertidas para mesclar com as exibições de equitação. O palhaço mais importante foi &lt;strong&gt;“Mr. Merryman”&lt;/strong&gt;, que atuava a cavalo.  &lt;p align="justify"&gt;Com o tempo mais atrações foram sendo incluídas, surge o palhaço “branco”, ou “clown”, vestido ricamente com lantejoulas e gorro pontiagudo, cara branca e pouca maquiagem; o “augusto”, tonto, desajeitado e extravagante; o “toni” e o “excêntrico”, colaborando para que a gargalhada corresse solta.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Vários números de palhaços, conhecidos como &lt;strong&gt;“entradas”&lt;/strong&gt;, se tornaram clássicos, como “O Espelho Quebrado”, “Hamlet”, “A Água”, “A Estátua”, “O Barbeiro de Sevilha”, etc, e podem ser vistos ainda hoje em grandes circos. Outa maneira do palhaço participar dos espetáculos circenses é através das &lt;strong&gt;“reprises”&lt;/strong&gt;, pequenas cenas de palhaços que acontecem enquanto se prepara a parafernália de um novo número (como preparar as jaulas, o trapézio, etc.). No início do século XIX outra participação importante dos palhaços se dava na segunda metade do espetáculo, quando estes apresentavam uma &lt;strong&gt;“pantomima”&lt;/strong&gt; cômica, um pequeno espetáculo de cunho teatral, dentro do espetáculo circense, muitas vezes baseado em clássicos da dramaturgia e da literatura mundial. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O palhaço era, até pouco tempo, o principal personagem de um circo, sendo uma honra ocupar esse papel. Geralmente, os palhaços são habilidosos em alguma arte, muitos são grandes acrobatas, músicos, malabaristas, domadores, bailarinos, piadistas, cantores, etc.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Hoje em dia os palhaços ocupam espaço não só nos circos, estão presentes nas ruas, nos teatros, na televisão, no cinema, em vários e infinitos espaços e, se um dia, descobrirmos vida em outros planetas, descobriremos, também, novas formas de fazer rir, pois, dentro do mais íntimo de todos os mundos, existe, reluzindo o riso, o &lt;strong&gt;Mundo do Nariz Vermelho&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8477798887112618994-8760735166259958694?l=essenciateatral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://essenciateatral.blogspot.com/feeds/8760735166259958694/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2010/07/voce-sabia-que.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/8760735166259958694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/8760735166259958694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2010/07/voce-sabia-que.html' title='Você sabia que...'/><author><name>Dayana Teles</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11936002148906361981</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/Scf426BWH2I/AAAAAAAAAAM/eJBDRX-NKJ4/S220/pict4314.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8477798887112618994.post-1932166002000069521</id><published>2010-06-04T13:58:00.000-07:00</published><updated>2010-07-05T14:06:39.316-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.filos.unam.mx/LICENCIATURA/Teatro/Baul/comm.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 360px; height: 196px;" src="http://www.filos.unam.mx/LICENCIATURA/Teatro/Baul/comm.JPG" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;          Representações &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teatro" title="Teatro"&gt;teatrais&lt;/a&gt;, levadas a cabo por actores profissionais, eram feitas nas ruas e nas praças, e fundaram um novo estilo e uma nova linguagem, caracterizadas pela utilização do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3mico" title="Cómico" class="mw-redirect"&gt;cómico&lt;/a&gt;. Ridicularizando militares, prelados, banqueiros, negociantes, nobres e plebeus, o seu objectivo último era o de entreter um vasto público que lhe era fiel, provocando o riso através do recurso à música, à dança, a acrobacias e diálogos pejados de ironia e humor.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As encenações da &lt;i&gt;Commedia dell’arte&lt;/i&gt; baseavam-se na criação colectiva. Os actores apoiavam-se num esquema orientador e improvisavam os diálogos e a acção, deixando-se levar ao sabor da inspiração do momento, criando o tão desejado efeito humorístico. Eventualmente, as soluções para determinadas situações foram sendo interiorizadas e memorizadas, pelo que os actores se limitavam a acrescentar pormenores que o acaso suscitava, ornamentados com jogos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Acrobacia" title="Acrobacia"&gt;acrobáticos&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O elevado número de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dialecto" title="Dialecto" class="mw-redirect"&gt;dialectos&lt;/a&gt; que se falavam na Itália pós-renascentista, determinaram a importância que a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%ADmica" title="Mímica"&gt;mímica&lt;/a&gt; assumia neste tipo de comédia. O seu uso exagerado servia, não só o efeito do riso, mas a comunicação em si. Comumente uma companhia nada fazia para traduzir o dialecto em que a peça era representada à medida que fosse actuando nas inúmeras regiões por que passava. Mesmo no caso das companhias locais, raras eram as vezes em que os diálogos eram entendidos na sua totalidade. Daí que atenção se centrasse na mímica e nas acrobacias, a única forma de se ultrapassar a barreira da ausência de unidade linguística.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As companhias, formadas por até dez ou doze actores, apresentavam personagens tipificados. Cada actor desenvolvia e especializava-se numa personagem fixa, cujas características físicas e habilidades cómicas eram exploradas até ao limite. Variavam apenas as situações em que as personagens se encontravam.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O comportamento destas personagens enquadrava-se num padrão: o amoroso, o velho ingénuo, o soldado, o fanfarrão, o pedante, o criado astuto. &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Scaramouche" title="Scaramouche"&gt;Scaramouche&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Briguela&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Briguela (página não existe)"&gt;Briguela&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Isabela" title="Isabela"&gt;Isabela&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Columbina" title="Columbina"&gt;Columbina&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Polichinelo" title="Polichinelo"&gt;Polichinelo&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arlequim" title="Arlequim"&gt;Arlequim&lt;/a&gt;, o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Capit%C3%A3o_Matamoros&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Capitão Matamoros (página não existe)"&gt;Capitão Matamoros&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Pantaleone&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Pantaleone (página não existe)"&gt;Pantaleone&lt;/a&gt; são personagens que esta arte celebrizou e eternizou. Importante na caracterização de cada personagem era o vestuário, e em especial as máscaras. As máscaras utilizadas deixavam a parte inferior do rosto descoberto, permitindo uma dicção perfeita e uma respiração fácil, ao mesmo tempo que proporcionavam o reconhecimento imediato da personagem pelo público.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As peças giravam em torno de encontros e desencontros amorosos, com um inesperado final feliz. As personagens representadas inseriam-se em três categorias: a dos enamorados, a dos velhos e a dos criados (&lt;i&gt;zannis&lt;/i&gt;). Estes últimos constituiam os tipos mais variados e populares. Havia o &lt;i&gt;zanni&lt;/i&gt; esperto, que movimentava as acções e a intriga, e o &lt;i&gt;zanni&lt;/i&gt; rude e simplório, que animava a acção com as suas brincadeiras atrapalhadas. O mais popular é, sem dúvida, Arlequim, o empregado trapalhão, ágil e malandro, capaz de colocar o patrão ou a si em situações confusas, que desencadeavam a comicidade. No quadro de personagens, merecem ainda destaque Briguela, um empregado correcto e fiel, mas cínico e astuto, e rival de Arlequim, Pantaleone ou Pantaleão, um velho fidalgo, avarento e eternamente enganado. Papel relevante era ainda o do &lt;i&gt;Capitano&lt;/i&gt; (capitão), um covarde que contava as suas proezas de amor e em batalhas, mas que acabava sempre por ser desmentido. Com ele procurava-se satirizar os soldados &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Espanha" title="Espanha"&gt;espanhóis&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As representações tinham lugar em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Palco" title="Palco"&gt;palcos&lt;/a&gt; temporários, na maior parte das vezes nas ruas e praças das cidades e, ocasionalmente, na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Corte" title="Corte"&gt;corte&lt;/a&gt;. A precaridade dos meios de transporte e vias e as consequentes dificuldades de locomoção, determinavam a simplicidade e minimalismo dos adereços e cenários. Muitas vezes, estes últimos resumiam-se a uma enorme tela pintada com a perspectiva de uma rua, de uma casa ou de um palácio. O actor surge assim como o elemento mais importante neste tipo de peças. Sem grandes recursos materiais, eles tornaram-se grandes intérpretes, levando a teatralidade ao seu expoente mais elevado.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8477798887112618994-1932166002000069521?l=essenciateatral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://essenciateatral.blogspot.com/feeds/1932166002000069521/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2010/07/as-representacoes-teatrais-levadas-cabo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/1932166002000069521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/1932166002000069521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2010/07/as-representacoes-teatrais-levadas-cabo.html' title=''/><author><name>Dayana Teles</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11936002148906361981</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/Scf426BWH2I/AAAAAAAAAAM/eJBDRX-NKJ4/S220/pict4314.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8477798887112618994.post-7607818895723639213</id><published>2009-07-13T06:22:00.000-07:00</published><updated>2009-07-13T06:23:49.449-07:00</updated><title type='text'>Assista Quente Solo</title><content type='html'>Todas as quintas do mês de julho, o Sesc Senac Iracema acolhe o espetáculo teatral Quente Solo, do Grupo Arte de Viver. A apresentação começa às 19h, sob a direção de Ackson Dantas.&lt;br /&gt;“O Grupo Arte de Viver é uma Organização Não Governamental sem fins lucrativos, criada em maio de 2000 com a missão de propiciar a crianças e adolescentes em situação de risco oportunidades de participação em atividades lúdicas em prol de seu desenvolvimento pessoal, social e cultural. O grupo oferece ainda serviços técnicos e artísticos à empresas e organizações por meio de um trabalho comprometido com a formação de jovens autônomos e solidários”.&lt;br /&gt;O Sesc Senac Iracema fica na Rua Boris, 90C, ao lado do Dragão do Mar.Mais informações pelo fone 85 3252. 2215.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8477798887112618994-7607818895723639213?l=essenciateatral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://essenciateatral.blogspot.com/feeds/7607818895723639213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2009/07/assista-quente-solo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/7607818895723639213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/7607818895723639213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2009/07/assista-quente-solo.html' title='Assista Quente Solo'/><author><name>Dayana Teles</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11936002148906361981</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/Scf426BWH2I/AAAAAAAAAAM/eJBDRX-NKJ4/S220/pict4314.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8477798887112618994.post-3074919213983265795</id><published>2009-05-07T08:59:00.001-07:00</published><updated>2009-05-07T09:02:14.389-07:00</updated><title type='text'>02 de maio de 2009</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;Morreu na madrugada deste sábado aos 78 anos o diretor de teatro, dramaturgo e ensaísta Augusto Boal . A mais importante proposta de Boal foi o Teatro do Oprimido, que se inspirou nas idéias do educador Paulo Freire (Pedagogia do Oprimido), e tem repercussão internacional .&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8477798887112618994-3074919213983265795?l=essenciateatral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://essenciateatral.blogspot.com/feeds/3074919213983265795/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2009/05/02-de-maio-de2009.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/3074919213983265795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/3074919213983265795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2009/05/02-de-maio-de2009.html' title='02 de maio de 2009'/><author><name>Dayana Teles</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11936002148906361981</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/Scf426BWH2I/AAAAAAAAAAM/eJBDRX-NKJ4/S220/pict4314.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8477798887112618994.post-4319118359261783135</id><published>2009-03-23T14:08:00.002-07:00</published><updated>2009-03-23T14:09:31.313-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="fr"&gt;Ela acreditava em anjo e, porque acreditava, eles existiam.&lt;br /&gt;(A Hora da Estrela)&lt;/p&gt; &lt;span class="aut"&gt;&lt;a href="http://www.pensador.info/autor/Clarice_Lispector/" class="autor"&gt;Clarice Lispector&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8477798887112618994-4319118359261783135?l=essenciateatral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://essenciateatral.blogspot.com/feeds/4319118359261783135/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2009/03/ela-acreditava-em-anjo-e-porque.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/4319118359261783135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/4319118359261783135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2009/03/ela-acreditava-em-anjo-e-porque.html' title=''/><author><name>Dayana Teles</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11936002148906361981</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/Scf426BWH2I/AAAAAAAAAAM/eJBDRX-NKJ4/S220/pict4314.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8477798887112618994.post-2268410796188578002</id><published>2009-03-23T14:08:00.001-07:00</published><updated>2009-03-23T14:08:31.580-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="fr"&gt;Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.&lt;/p&gt; &lt;span class="aut"&gt;&lt;a href="http://www.pensador.info/autor/Clarice_Lispector/" class="autor"&gt;Clarice Lispector&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8477798887112618994-2268410796188578002?l=essenciateatral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://essenciateatral.blogspot.com/feeds/2268410796188578002/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2009/03/renda-se-como-eu-me-rendi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/2268410796188578002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/2268410796188578002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2009/03/renda-se-como-eu-me-rendi.html' title=''/><author><name>Dayana Teles</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11936002148906361981</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/Scf426BWH2I/AAAAAAAAAAM/eJBDRX-NKJ4/S220/pict4314.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8477798887112618994.post-5705642548829042694</id><published>2009-03-23T13:53:00.001-07:00</published><updated>2009-03-23T13:56:31.209-07:00</updated><title type='text'>Frases sobre Teatro</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"O teatro                        é a poesia que sai do livro e se faz humana."                        (Federico García Lorca)&lt;/span&gt;                     &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"No                        teatro descobri que existem duas realidades, mas a do palco                        é muito mais real." (Arthur Miller)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"O                        teatro é um meio muito eficaz de educar o público;                        mas quem faz teatro educativo encontra-se sempre sem público                        para poder educar."&lt;br /&gt;                     (Enrique Jardiel Poncela)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"Não                        ir ao teatro é como fazer a toalete sem espelho."                        (Arthur Schopenhauer)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"O                        público dos teatros divide-se em duas categorias:                        os que pagam e nunca vão ao teatro, e os que vão                        sempre ao teatro e nunca pagam." (Jules Renard)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"Teatro                        só faz sentido quando é uma tribuna livre                        onde se podem discutir até as últimas conseqüências                        os problemas do homem." (Plínio Marcos)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"O                        teatro não se repete, apesar de ser sempre o mesmo.                        Cada representação é como estar diante                        de um novo personagem." (Beatriz Segall)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"Nosso                        ofício, falo de teatro, não nos deixa provas.                        A posteridade não nos conhecerá. Quando um                        ator pára o ato teatral, nada fica. A não                        ser a memória de quem o viu. E mesmo essa memória                        tem vida curta." (Fernanda Montenegro)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"Existem                        empresários que enriquecem com o teatro - dizem.                        Não fizeram teatro, fizeram negócio. Quem                        faz teatro, seja empresa, seja governo, estará sempre                        perdendo dinheiro. Mas asseguro-lhe que quem faz teatro                        não se importa muito com isso." (Cacilda Becker)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"O                        teatro, que nada pode para corrigir os costumes, muito pode                        para mudá-los." (Jean-Jacques Rousseau)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"Não                        faço teatro para o povo, mas faço teatro em                        favor do povo. Faço teatro para incomodar os que                        estão sossegados. Só para isso faço                        teatro." (Plínio Marcos)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"O                        teatro é o primeiro soro que o homem inventou para                        se proteger da doença da angústia." (Jean                        Barrault)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"O                        teatro como formador de opinião pode ser uma saída                        para tirar o governo da falência moral e mostrar ao                        público que o trabalho sério é a solução."                      &lt;br /&gt;                     (Antônio Ermírio de Moraes)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"Acho                        que quando faço teatro fico mais inteligente e fico                        melhor ator até para fazer as outras coisas!"                        (Wagner Moura)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"O                        sonho do teatro não é se eternizar, mas falar                        com clareza, emoção, beleza, poesia e compreensão                        para o cidadão do seu tempo." (Amir Haddad)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"Talvez                        no teatro da vida se divirtam todos, mas não o ator."&lt;br /&gt;                     (George Bernard Shaw)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"Ir                        ao teatro é como ir à vida sem nos comprometer."                      &lt;br /&gt;                     (Carlos Drummond de Andrade)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8477798887112618994-5705642548829042694?l=essenciateatral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://essenciateatral.blogspot.com/feeds/5705642548829042694/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2009/03/frases-sobre-teatro_23.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/5705642548829042694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8477798887112618994/posts/default/5705642548829042694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://essenciateatral.blogspot.com/2009/03/frases-sobre-teatro_23.html' title='Frases sobre Teatro'/><author><name>Dayana Teles</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11936002148906361981</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__6sEO4T2TiM/Scf426BWH2I/AAAAAAAAAAM/eJBDRX-NKJ4/S220/pict4314.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
